Se a resposta demora, ou vem de cabeça, o problema não é o quanto você vende. É que ninguém no seu negócio sabe para onde o dinheiro está indo.
O Fôlego coloca isso em uma tela, todo dia, com um consultor do seu lado a cada quinze dias olhando os mesmos números que você.
Comece por aqui
Sem consultar o banco, sem ligar para o contador, sem olhar o caderno.
Quanto você tem em caixa agora, somando todas as contas e a gaveta?
Em que dia dos próximos trinta o seu saldo fica negativo?
Quanto sobrou, de verdade, no mês passado, depois de tudo?
Quase nenhum dono de loja responde as três. E isso não é desleixo. A informação existe, só que está espalhada entre o extrato do banco, o aplicativo da maquininha, o caderno do balcão, a planilha que alguém parou de atualizar em março e a sua memória.
O trabalho não é produzir a informação. É juntar.
O padrão que a gente vê em quase toda empresa
Vende bem, o dinheiro entra, você paga tudo e sente que está indo. Compra sem pensar muito, antecipa recebível quando aperta, resolve.
Aí o mercado vira, a venda cai vinte por cento e a conta não fecha.
Só que a conta já não fechava. A folga do faturamento estava cobrindo um custo que ninguém tinha medido.
Quando isso aparece, aparece tarde: no limite do cheque especial, na parcela do fornecedor que não dá para pagar, na antecipação que come a margem inteira. O negócio continua vendendo bem. O que acabou foi o fôlego.
Dentro do sistema · 01
É a lista do que está errado hoje, em ordem de gravidade. Você não procura o problema. Ele aparece.
Tela do sistema. Números de uma empresa de exemplo.
Cada linha dessa lista tem uma regra fixa por trás, não uma impressão. Conta vencida é título a pagar com data no passado e sem baixa. Cliente inadimplente é cobrança vencida além do prazo que você definiu. Diferença de caixa é o dinheiro contado na gaveta que não bateu com o calculado.
E diferença de caixa não tem botão de ajustar. Ela fica registrada, com o nome de quem fechou. É assim que o consultor consegue auditar a loja uma vez por mês e confiar no que vê.
Dentro do sistema · 02
O sistema soma o que você tem hoje, o que entra e o que sai, dia a dia, pelos próximos noventa. Quando a linha cruza o zero, você vê a data.
O saldo fica negativo em 14/11, em R$ -8.430,00. Saldo hoje: R$ 18.240,00. A receber nos 90 dias: R$ 61.780,00. A pagar: R$ 73.950,00.
Tela do sistema. Números de uma empresa de exemplo.
Três meses de antecedência é tempo de negociar prazo com fornecedor, de cobrar quem está devendo, de segurar uma compra.
Três dias de antecedência é tempo de pedir empréstimo caro. É a mesma informação, descoberta em momentos diferentes, e a diferença entre as duas custa margem o ano inteiro.
Dentro do sistema · 03
A maioria dos empresários acompanha a de cima com atenção e as de baixo por impressão. O demonstrativo de resultado mostra as cem.
| Linha | Mês anterior | No mês |
|---|---|---|
| Receita bruta de vendas | 104.210,00 | 98.400,00 |
| Devoluções e cancelamentos | 2.140,00 | (1.850,00) |
| Impostos sobre venda | 6.672,00 | (6.300,00) |
| Receita líquida | 95.398,00 | 90.250,00 |
| Custo das mercadorias vendidas | 48.930,00 | (46.100,00) |
| Lucro bruto 48,9% da receita líquida | 46.468,00 | 44.150,00 |
| Despesas com pessoal | 14.200,00 | (14.200,00) |
| Ocupação | 6.900,00 | (6.900,00) |
| Administrativas | 2.180,00 | (2.350,00) |
| Comerciais e marketing | 5.410,00 | (4.800,00) |
| Financeiras taxa de maquininha, tarifa e juros | 3.480,00 | (3.100,00) |
| Perdas quebra de estoque e diferença de caixa | 1.120,00 | (640,00) |
| Resultado operacional margem de 13,5% | 13.178,00 | 12.160,00 |
| Pró-labore | 6.000,00 | (6.000,00) |
| Parcelas de dívida | 3.400,00 | (3.400,00) |
| Resultado líquido 3,1% da receita líquida | 3.778,00 | 2.760,00 |
Tela do sistema. Números de uma empresa de exemplo.
Aluguel de setembro pago em outubro é despesa de setembro. Parece detalhe. É o que faz o relatório parar de dizer que o mês foi bom enquanto a conta fecha no vermelho.
Você clica em Ocupação e vê exatamente quais contas formaram aquele número. Nenhum valor aparece sem conseguir explicar de onde veio.
A taxa do cartão é despesa financeira, não desconto escondido na receita. No fim do mês você vê, em uma linha, quanto a maquininha custou.
A diferença prática
Como você enxerga hoje
Como passa a enxergar
O número da direita não é melhor que o da esquerda. É o mesmo mês. A diferença é que, com ele na tela, dá para perguntar coisas que antes não tinham resposta: a maquininha custa três mil por mês, dá para renegociar? A quebra de seiscentos é normal? O pró-labore cabe?
Decisão boa não depende de faturar mais. Depende de ver o número antes de decidir.
Dentro do sistema · 04
Essa é a parte que faz a DRE existir no fim do mês sem ninguém montar planilha.
| Item | Qtd | Preço | Total |
|---|---|---|---|
| Poltrona couro natural | 2 | 3.400,00 | 6.800,00 |
| Mesa de centro vidro | 1 | 1.480,00 | 1.480,00 |
| Luminária de piso | 1 | 740,00 | 740,00 |
Tela do sistema. Números de uma empresa de exemplo.
O operador do balcão escolhe o produto e a forma de pagamento. Mais nada. As seis linhas de baixo o sistema resolve, inclusive a parte que quase todo mundo erra: a parcela do cartão entra com a data em que o dinheiro realmente cai na conta e já descontada da taxa.
É por isso que a projeção de caixa funciona. Ela não está chutando quando o dinheiro chega. Ela sabe.
Antes do sistema · 05
Um consultor senta com você e aplica um questionário de vinte e três perguntas sobre o seu financeiro. Cada resposta vira nota.
| Levantar a taxa efetiva de cada dívida e priorizar a quitação da mais cara | Alta |
| Importar o extrato do banco e conciliar o mês corrente | Alta |
| Montar a formação de preço com custo, despesa fixa e margem alvo | Média |
| Calcular o ponto de equilíbrio a partir da despesa fixa | Média |
| Cadastrar a taxa real de cada forma de pagamento e conferir o repasse | Baixa |
Tela do sistema. Números de uma empresa de exemplo.
No fim sai um número, o seu aproveitamento, e um plano de ação com as tarefas já na ordem de prioridade. Não é uma lista genérica de boas práticas: cada tarefa nasceu de uma resposta sua.
Três meses depois a gente aplica de novo. O número sobe ou não sobe. É assim que a consultoria prova que funcionou, em vez de pedir que você acredite.
O que vem junto
Sistema mostra. Quem decide é você. E quem senta com você para decidir é o consultor.
Com os números abertos na tela, não com relatório montado depois. O que apareceu no mês vira decisão na hora.
Plano de contas, contas fixas, formas de pagamento com a taxa real, estoque de partida. O primeiro mês é de arrumação.
Depois de estruturado, um consultor confere o que foi lançado, o que foi estornado e por quem. É o que impede o processo de cair por terra.
Um botão exporta tudo em planilha e em arquivo aberto. Se um dia você sair, leva o próprio histórico. Não existe refém aqui.
Transparência
Preferimos você saber agora do que descobrir no segundo mês.
Não emite nota fiscal. Nem NF-e, nem cupom fiscal. A sua nota continua saindo onde já sai hoje. O caixa emite comprovante não fiscal para o cliente levar, e guarda o número da sua nota junto da venda.
Não adivinha. Venda e despesa precisam ser lançadas. O caixa resolve as vendas, as contas fixas se lançam sozinhas todo mês e o extrato do banco cobre boa parte do resto, mas alguém da sua empresa precisa usar o sistema.
Não resolve em um mês. O primeiro mês é implantação, e ele dá trabalho. O retrato confiável costuma aparecer no segundo, e a comparação entre meses no terceiro.
Não serve para todo mundo. Abaixo de uns R$ 50 mil por mês, uma planilha bem feita e uma hora de consultoria normalmente resolvem melhor e mais barato. Se for o seu caso, a gente fala isso no diagnóstico.
Formatos
Quase todo cliente começa pela estruturação e migra para o acompanhamento quando os processos param de pé.
Começa aqui
Primeiros 4 a 6 meses
É o período em que a empresa sai do escuro e os processos nascem.
Depois
Quando a estruturação termina
Serve para o processo não cair por terra com a troca de equipe.
Só a ferramenta
Para quem já está organizado
Sem consultoria. Indicado para quem já tem rotina financeira em pé.
Não passamos valor antes de olhar a sua empresa. Não é estratégia de venda: é que o preço depende do tamanho da desorganização, e isso não dá para estimar por telefone.
O diagnóstico vem primeiro. Depois dele você recebe uma proposta com escopo e valor fechados, e decide com a informação na mão.
O caminho
Por WhatsApp ou chamada. A gente entende o seu negócio e você entende se faz sentido continuar. Sem apresentação de slides.
De preferência presencial, na sua empresa. Vinte e três perguntas sobre o financeiro, com nota e aproveitamento por setor. Você sai com o relatório e o plano de ação, mesmo que não feche nada.
Escopo e valor fechados, construídos sobre o que o diagnóstico mostrou.
Plano de contas, contas fixas, formas de pagamento, estoque e acessos da equipe. No fim do primeiro mês fechado você tem o primeiro demonstrativo de resultado da história da sua empresa.
Último passo
Preencha abaixo e a gente chama no WhatsApp para marcar a conversa de vinte minutos. Costumamos responder no mesmo dia útil.
Vamos chamar no WhatsApp que você informou para marcar a conversa de vinte minutos. Se preferir adiantar, responda por lá assim que a gente escrever.